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O secretário-geral da CBF, Walter Feldman, explicou o motivo de a entidade ter apoiado a substituição de Delfim Peixoto como vice mais velho, apontando como candidato – eleito nesta quarta-feira – o Coronel Nunes, de 77 anos.
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– Temos um programa que foi colocado na posse do Marco Polo, que tem que ser levado a cabo até o fim do mandato. Toda diretoria da CBF tem que estar sintonizada com o programa. Achamos que a substituição na vacância pelo presidente Nunes seria bastante adequado e algo estabilizador – avaliou Feldman, que ainda criticou a postura de Delfim, acusando a entidade de golpe:
– Golpe é expressão usada por aqueles que não têm o benefício do resultado. O presidente Delfim se sente atingido e usa essa expressão. Nem os que se abstiveram usaram essa expressão.
Feldman ainda garantiu novamente que Marco Polo Del Nero não vai renunciar:
– Não trabalhamos com a hipótese do presidente Marco Polo.
O secretário-geral da CBF ainda explicou o motivo de a entidade ter tentado esconder a carta de renúncia de José Maria Marin.
– Porque não era necessário e adequado naquele momento. O presidente achou que deveria mostrar particularmente aos federações, era um documento interno. A carta foi mostrada quando o sistema da vacância foi questionado – afirmou.